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Paralisação da rodovia 381 é reflexo da má gestão petista, afirmam deputados

abril 27, 2011

Deputado Marcus Pestana na tribuna da Câmara nesta 3ª-feira. Foto Beto Oliveira/Agência Câmara

Deputados mineiros criticaram nesta terça-feira, dia 26, da tribuna da Câmara dos Deputados, a falta de atenção do governo federal com as rodovias brasileiras. Os tucanos Paulo Abi-Ackel, Marcus Pestana e Rodrigo de Castro lamentaram a situação precária das estradas, em especial a da BR-381, que liga Belo Horizonte, Ipatinga e Valadares ao litoral do Espírito Santo. A ponte no Rio das Velhas, no km 454, em Sabará, na Grande BH, está interditada desde a última quarta-feira, dia 20, após uma viga de sustentação da estrutura ceder, provocando o afundamento da pista.

Os parlamentares ressaltaram que a interdição gerou um longo engarrafamento e prejudicou quem precisou usar a rodovia durante o feriado da Semana Santa. Os tucanos cobraram urgência do governo federal na duplicação da estrada para evitar que mais acidentes e mortes ocorram. Empresas transportadoras de setores diversos calculam um prejuízo de pelo menos R$ 1 milhão por dia.

Líder da Minoria na Câmara, Abi-Ackel afirmou que o governo não tem planos de investimento para solucionar os problemas da BR, mais conhecida como “rodovia da morte”. Na avaliação do parlamentar, a administração federal não tem condições de dar às estradas a manutenção necessária e deveria transferir essa responsabilidade aos estados. “Isso é um exemplo da absoluta falta de capacidade gerencial do governo, sobretudo no aspecto de investimento necessário nas rodovias no Brasil. Há oito anos discute-se a duplicação ou a concessão dessa estrada, mas enquanto se pensa e debate, a obra simplesmente ruiu”, destacou.

Marcus Pestana disse que a queda da ponte aconteceu por falta de manutenção. O tucano afirmou que toda a região foi afetada no feriado quando os mineiros se deslocaram para o litoral. “É inaceitável. Essa é a obra mais importante de infraestrutura do meu estado. É uma irresponsabilidade não se fazer a correta manutenção das obras, do asfalto, e não encarar esse desafio é a principal reivindicação”, apontou.

Segundo Rodrigo de Castro, a rodovia está paralisada devido à irresponsabilidade do governo federal com MG. O deputado ressaltou que a ponte está sob a responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) há mais de dois anos. “Aquela estrada tem ceifado vidas e causado acidentes um atrás do outro. E não se vê uma providência efetiva por parte do Dnit, da Presidência da República, do governo do PT, que já entra no seu nono ano e não apresenta solução para o caos existente na infraestrutura brasileira”, ressaltou.

Prejuízo

→ Empresas transportadoras calculam um prejuízo de pelo menos R$ 1 milhão por dia. O valor pode subir depois de um levantamento completo do tempo perdido, gasto de combustível e desgaste dos veículos em desvios e congestionamentos.

→ Segundo o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de Minas Gerais (Setcemg), 35% da riqueza do país circula pelo trecho interrompido.

Fonte: Diário Tucano

Leia também Anastasia discute com Dnit soluções para melhorar tráfego na BR-381 e recuperar ponte

Leia artigo do deputado Marcus Pestana no jornal “O Tempo”: O que faz um deputado federal?

abril 25, 2011

O que faz um deputado federal?

MARCUS PESTANA
Deputado federal (PSDB-MG)

Nas eleições de 2010, um conhecido humorista foi o deputado federal mais votado. Em suas participações no horário eleitoral, Tiririca perguntava: “O que faz um deputado federal? Na realidade, eu não sei. Vota em mim, que depois eu conto. Pior que está não fica”.

Há uma grave fratura separando representantes e representados. Pesquisas revelam que 70% da população não se lembra do nome do vereador ou deputado em que votou dois anos depois das eleições. Isso não é um privilégio brasileiro. Em todo o mundo, a democracia representativa dá tropeços. A sociedade contemporânea é caracterizada por uma enorme fragmentação de interesses e os partidos políticos têm dificuldade de vocalizar as demandas dos múltiplos segmentos. Aquele partido de tipo leninista, inspirado por uma visão totalizante, que tinha opiniões amplas e sólidas sobre tudo, morreu. Inúmeros são os interesses que se manifestam à margem do sistema representativo através de movimentos da sociedade civil ou da manifestação direta e individual no vasto, anárquico e democrático mundo da internet. No Brasil, as regras do sistema político agravam essa característica universal.

Nestes três meses no Congresso Nacional, tenho sido testemunha dessa interdição do diálogo. Primeiro, é um mito que os políticos não trabalham. Trabalham e muito. Segundo, que só existem vagabundos e desonestos. Não é verdade. Tenho conhecido muitos deputados honrados, dedicados e movidos pelo interesse público. Cada um no seu estilo, focado em seu setor e lutando por suas ideias.

O que faz, afinal, um deputado? Decisões graves e importantes são tomadas pela Câmara. Infelizmente, sem o acompanhamento da sociedade. Votamos o salário mínimo; o governo não quis um valor maior. A oposição obstruiu a MP que criava a Autoridade Pública Olímpica e conseguiu diminuir 300 cargos de livre nomeação com altos salários. Votamos o modelo de financiamento do trem-bala Rio/São Paulo e a oposição perdeu; com isso há previsão de um subsídio potencial, com o dinheiro do contribuinte, de até R$ 28 bilhões. Resistimos, mas perdemos na MP que alterava o Acordo Bilateral Brasil/Paraguai sobre Itaipu; com isso, o Brasil transferirá R$ 6 bilhões adicionais, até 2023, para nosso vizinho, o que daria para atacar muitos problemas brasileiros. Por último, o governo, através do líder Cândido Vacarezza, tentou derrotar uma ideia de Aécio que o relator da MP que levou a nova fábrica da Fiat de Betim para Pernambuco acatou e transformou em emenda. Eu, Paulo Abi-Ackel e vários da bancada mineira defendemos e asseguramos que o Jequitinhonha e o Norte gozem, por algum tempo, das mesmas condições para atrair investimentos da indústria automotiva. Ganhamos de 333 votos contra 41.

Como se vê, o deputado federal faz e decide muita coisa. É a vida de todos que está sempre em jogo. Sem controle social, algumas “tenebrosas transações” se tornariam possíveis.

Leia artigo de Marcus Pestana – “O líder, seu tempo e seu estilo: o discurso de Aécio”

abril 18, 2011

Artigo publicado no jornal O Tempo desta segunda-feira, dia 18.

O líder, seu tempo e seu estilo: o discurso de Aécio

MARCUS PESTANA
Deputado federal (PSDB-MG) – contato@marcuspestana.com.br

Não será um Lacerda, seguirá JK, Tancredo e Ulysses

Na quarta-feira, dia 6, o Congresso parou por cinco horas. Não era feriado ou recesso. Da tribuna do Senado, Aécio Neves pronunciou seu primeiro discurso. Mais de cem deputados acompanharam o melhor momento do Parlamento em 2011. Praticamente todos os senadores fizeram apartes. O tempo regimental era de 25 minutos. O regimento foi arquivado e as normas se renderam ao debate político de alto nível. A ordem do dia foi cancelada. O líder do PT, senador Humberto Costa, realçou: “Reconhecemos no senador o melhor quadro da oposição”. Foi um momento histórico.

Aécio começou demarcando claramente seu estilo ao afirmar: “não confundo agressividade com firmeza, adversário com inimigo”. Mas advertiu: “os que acham que vão encontrar em mim tolerância ou complacência diante dos erros praticados pelo governo também vão se decepcionar”. Na boa trilha dos grandes políticos, apontou que é preciso ser rígido nos princípios e flexível na construção dos consensos necessários para avançar o país. Demonstrou que, como Tancredo, ao ser cobrado por um líder radical, “não adianta empurrar, que empurrado eu não vou”. Deu a senha de seu estilo oposicionista do tipo “endurecer sempre, mas sem perder a ternura jamais”. E concluiu: “na política brigam as ideias, não os homens”. Não será um Lacerda, seguirá a escola de JK, Tancredo e Ulysses.

Logo depois fez uma sólida análise da história política recente. “Os partidos não se definem pelos discursos que fazem, mas pelas ações que praticam”. E contrastou a postura do PSDB e do PT diante de fatos históricos como a eleição de Tancredo, o governo Itamar e o Plano Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal e o Proer, as privatizações modernizantes e os primeiros programas de transferência de renda no governo FHC. E aí afirmou: “Sempre que precisou escolher entre os interesses do Brasil e as conveniências partidárias, o PT escolheu o PT”.

Seguiu-se o diagnóstico do início do 9º ano do governo Lula/Dilma apontando os equívocos da intervenção na Vale, no descontrole dos gastos públicos, no inchaço e aparelhamento da máquina estatal, na volta da inflação. Propôs um “choque de realidade” para um ataque efetivo aos gargalos que inibem o desenvolvimento nacional.

Sobre as oposições delineou diretrizes: fiscalização do governo, luta por um novo pacto federativo, defesa da democracia e aproximação com a sociedade organizada.

Apresentou propostas concretas e imediatas: desoneração de PIS e Cofins nas empresas de saneamento, descentralização das estradas federais e dos recursos da Cide, repasse dos recursos do Fundo Penitenciário.

E terminou em grande estilo: “É preciso fazer o que precisa ser feito ou continuaremos colecionando sonhos irrealizados. Precisamos estar à altura dos sonhos de cada um dos brasileiros. E nós, da oposição, estejam certos, estaremos”.

Nasce o grande líder das oposições no Brasil pós-Lula.

Marcus Pestana alerta para medidas contraditórias no combate à inflação

abril 14, 2011

O deputado Marcus Pestana (PSDB/MG) cobrou nesta quinta-feira, dia 14, uma sinalização clara do governo federal em relação à alta de preços que tomou conta do país. De acordo com o jornal “Folha de S.Paulo”, o Planalto admite que a inflação pode estourar o teto de 6,5% fixado no sistema de metas em maio ou junho. A previsão era que o aumento só ocorresse em agosto. Ainda assim, o Ministério da Fazenda e o Banco Central apostam em queda para o segundo semestre. Para Pestana, que também é economista, a redução só ocorrerá se houver uma mudança de postura do governo.

O parlamentar explica que fatores externos, como o aumento do preço das commodities, influenciam diretamente a inflação. Porém, causas internas provocam uma alta ainda maior. O descontrole dos gastos públicos, a gastança eleitoral promovida no ano passado e o recorde nos restos a pagar somam-se a contradições nas atitudes do governo Dilma. A presidente determinou corte de R$ 50 bilhões no Orçamento, ao mesmo tempo em que promoveu a criação de cargos e novos ministérios, e injeção de R$ 55 bilhões no BNDES.  Segundo Pestana, as medidas representam “uma sinalização confusa e que mexe com as expectativas dos agentes econômicos.”

“É preciso que o governo sinalize claramente qual é o caminho, qual é o rumo. Às vezes as medidas tomadas são confusas”, reprovou. “Nós já temos a taxa de juros real mais alta do mundo e isso é um absurdo. O Planalto tem que fazer o dever de casa e acredito que sua maior fragilidade hoje está exatamente no Ministério da Fazenda”, completou.

Segundo o tucano, que é presidente do PSDB de Minas Gerais, o país tem uma cultura inflacionária adormecida. Ele afirma que a indexação, sistema responsável por reajustes automáticos de preços antes do Plano Real, ainda está na cabeça de todos os brasileiros. Pestana explica que uma inflação próxima dos 10% causa aflição em todos os agentes econômicos, desde consumidores até empresários. “Todos vão ficar com esse número em mente e transmitir essa inflação pelos mecanismos de indexação para o futuro, isso é o que não podemos admitir”, alertou.

Crescimento é a tendência nos próximos meses

-> O centro da meta da inflação aprovado pelo Conselho Monetário Nacional é de 4,5%, com um espaço de tolerância de dois pontos para cima ou para baixo para absorver choques na economia.

-> Em seu último relatório de inflação, o BC trabalhava com uma inflação de 5,6% em 2011 mas essa projeção deve ser alterada em junho. No Planalto, a expectativa é que a inflação feche o ano um pouco acima de 6%. No momento, as projeções do mercado captadas pelo BC indicam que ela pode terminar 2011 em 6,26%.

-> Segundo apuração da “Folha de S.Paulo”, a equipe de Dilma sabe que, para fazer a inflação convergir para 4,5% em 2012, a economia terá de “andar abaixo de seu potencial de crescimento” durante alguns meses.

-> Pelas projeções, o pico da inflação deve ocorrer em agosto. No mercado, a expectativa é que a inflação passe de 7% nesse período, mas a equipe de Dilma não confirma esse cenário.

Leia também Diagnóstico do governo sobre comportamento dos preços está equivocado, avalia ITV

Fonte: Diário Tucano

Câmara aprova inclusão de municípios mineiros em MP que dá benefícios a montadoras

abril 13, 2011

Deputado Marcus Pestana defendeu em plenário inclusão dos municípios mineiros no texto da Medida Provisória feita pelo senador Aécio Neves . Foto Leonardo Prado/Agência Câmara

Os 168  municípios mineiros da Área Mineira da Sudene estão incluídos no texto da Medida Provisória (MP) 512 que concede benefícios fiscais federais a empresas automotoras que vierem a se instalar na região. O texto da MP aprovado nesta quarta-feira, dia 13, pela Câmara dos Deputados, acolheu o pedido de inclusão dos municípios mineiros feito pelo senador Aécio Neves (PSDB/MG) e depende agora da votação no Senado Federal. Se aprovado, seguirá também para sanção da presidência da República.

A proposta de inclusão dos municípios mineiros do Norte e Nordeste e dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri foi apresentada pelo ex-governador Aécio Neves com o objetivo de estender para Minas os benefícios já dados pelo governo federal aos estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Na votação de hoje, 333 deputados votaram a favor da alteração,  41 foram contra e 7 se abstiveram.

Os deputados federais Marcus Pestana, presidente do PSDB de Minas, e Paulo Abi-Ackel, líder da Minoria, defenderam em plenário a inclusão dos municípios mineiros entre os beneficiados. Já o líder do governo federal na Câmara, deputado Cândido Vacarezza (PT-SP), e deputado Alfredo Sirkis  (PV-RJ) foram à tribuna da Câmara contra a inclusão de Minas.

Se  aprovado pelo plenário do Senado e sancionado pela presidência da República,  as empresas de automóveis terão até 20 de maio para apresentar seus projetos de investimentos industriais nas áreas atendidas.

A MP 512 foi editada ano passado pelo ex-presidente Luiz Inácio da Silva para transferir para Pernambuco os investimentos da Fiat Automóveis previstos pela montadora para Minas. Em entrevista semana passada, o senador Aécio Neves disse que o Estado sofreu a perda de R$ 3 bilhões com a transferência e poderá sofrer novos prejuízos, caso a inclusão de Minas seja vetada.

“Não somos contra a descentralização do pólo automotivo brasileiro, mas isso não pode ser feito em prejuízo de Minas Gerais. Agora o que nos preocupa são os fornecedores do pólo automotivo seguirem o mesmo caminho que a Fiat. Já que não podemos impedir o que já está feito, estamos pedindo a extensão desses benefícios fiscais para a Área Mineira da Sudene, para que nós possamos estimular também que fábricas para o fornecimento de insumos para a indústria automotiva possam se instalar no Nordeste de Minas Gerais, nos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e no Norte mineiro. Permite que também uma região importante de Minas Gerais possa ter esses benefícios”, afirmou o senador Aécio Neves.

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Leia artigo de Marcus Pestana: Os governadores, o PSDB e o futuro do país

abril 11, 2011

Artigo publicado no jornal O Tempo de 11/4/11.

Os governadores, o PSDB e o futuro do país

Marcus Pestana
Deputado federal (PSDB-MG)

No sábado, dia 2 deste mês, reuniram-se em Belo Horizonte os oito governadores do PSDB, eleitos em 2010. A eleição dos governadores representou um dos mais expressivos avanços obtidos pelos tucanos nas últimas eleições. São oito governos, espalhados pelas cinco regiões do país. O PSDB não só é o partido com o maior número de governadores, como é responsável por governar 64,5 milhões de brasileiros e 50% do PIB nacional.

Maior partido da oposição brasileira, o PSDB busca revitalizar suas estruturas e estratégias, construindo um estilo de atuação oposicionista coerente com sua história e perfil, baseado na coerência e na consistência programática. Não cederemos ao populismo e à demagogia, nem nos perderemos em retórica artificialmente agressiva e nem em contraposição mecanicamente sistemática. A força da democracia requer uma oposição forte, firme e qualificada. Como disse Geraldo Alckmin no encontro: “É tão patriótico fazer oposição quanto governar”. A alternância de poder é da essência da democracia, e os partidos têm que se manter preparados para assumir o poder, quando sua hora chegar.

É por entender o papel central que o PSDB tem na atual quadra histórica que nossos oito governadores decidiram erguer um Fórum Nacional Permanente. Anastasia, Alckmin, Marconi Perillo, Anchieta Júnior, Simão Jatene, Teotônio Vilela, Beto Richa e Siqueira Campos formam um coletivo extremamente experiente e preparado.

A ideia é que essa ferramenta resulte em permanente intercâmbio de experiências, chegando inclusive a trabalhar a ideia de marcas nacionais de políticas públicas que traduzam o jeito tucano de governar. Será ainda um mecanismo de unificação política em torno de temas de interesse comum, como, por exemplo, a reforma tributária e fiscal e o redesenho do pacto federativo. Também se converterá em bússola a sinalizar diretrizes para as ações do partido como um todo.

Em sua exposição inicial, o professor Antônio Lavareda levantou cinco pressupostos para a revitalização do PSDB: democratização interna, esforço de recrutamento qualificado, alguns eixos temáticos sínteses e simbólicos, conexão com a sociedade organizada e comunicação moderna e eficiente que toque a razão e a emoção das pessoas. É nessa direção que o PSDB construirá seu futuro.

A proposta mais importante aprovada no encontro foi a da criação de um Conselho Político Nacional para orientar e assessorar o comando partidário. Seriam 14 membros: o presidente do PSDB, os oito governadores, Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, José Serra, um representante dos deputados federais e o presidente do Instituto Teotônio Vilela. O governador Anchieta Júnior, de Roraima, lançou a ideia de o Conselho ser presidido por Fernando Henrique, por sua vasta experiência e autoridade política.

O encontro de Belo Horizonte será, sem dúvidas, um marco na história do PSDB.

O deputado Marcus Pestana também é presidente do PSDB de Minas Gerais

Nova Executiva do PSDB de Minas Gerais realiza primeira reunião ordinária

março 29, 2011

Realizada na noite desta 2ª-feira, dia 28, a primeira reunião ordinária da nova Executiva Estadual do PSDB de Minas Gerais eleita no último dia 21. A reunião foi aberta pelo presidente, o deputado federal Marcus Pestana, reafirmando as principais metas para o próximo biênio, como a preparação do partido para a disputa das eleições municipais; a defesa política do Governo Anastasia e a modernização do partido – através de uma comunicação eficiente, descentralização através de estruturas regionais e sua informatização.

“Vamos trabalhar em conjunto com os Secretariados da Mulher e da Juventude, além do ITV. Um documento com o plano de trabalho detalhando as ações será apresentado em maio”, adiantou o novo presidente dos tucanos mineiros.

De acordo com Pestana, o partido precisa estar muito bem estruturado em Minas Gerais para responder a nova realidade política regional. “Estamos assistindo a uma radicalização da oposição”, lembra. “Além disto, precisamos afirmar nossa identidade partidária, nossas bandeiras”, disse.

Cursos de formação política assim como a criação de núcleos temáticos para discussões setoriais estarão de volta ao partido, afirmou o presidente da seção mineira do Instituto Teotônio Vilela (ITV), deputado federal Eduardo Barbosa. O ITV é o órgão de estudos e formação política ligado ao PSDB.

Eduardo Barbosa – como também os novos presidentes do PSDB Mulher, Lenita Noman, e da Juventude, Caio Narcio – falou sobre as ações que serão desenvolvidas, de maneira articulada, no partido. O objetivo comum será a interiorização do PSDB, a capacitação e qualificação dos militantes e lideranças, além do fortalecimento do partido.

Confira a nova Executiva Estadual do PSDB/MG

Presidente – Deputado Federal Marcus Pestana

Vice-presidente – Deputado Federal Domingos Sávio

2º vice-presidente – Deputado Estadual Zé Maia

Secretário-Geral – Deputado Estadual Carlos Mosconi

Tesoureiro – Deputado Federal Carlaile Pedrosa

 

PSDB de Minas Gerais em números

Governador

1 Senador

8 Deputados Federais

13 Deputados Estaduais (maior bancada na Assembleia Legislativa)

160 prefeitos

141 Vice-prefeitos

1.056 Vereadores

303 Diretórios municipais

165 Comissões Provisórias

Abaixo, mais fotos da reunião

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PSDB de Minas Gerais realiza convenção e elege nova Executiva Estadual

março 18, 2011

O deputado federal Marcus Pestana assume a presidência do PSDB de Minas Gerais para o biênio 2011/2013

O PSDB de Minas Gerais realiza nesta segunda-feira, dia 21, sua convenção para eleger um novo Diretório e uma nova Executiva Estadual. A eleição acontece na sede do Partido, à Rua Alvarenga Peixoto, 974 – 2º andar, em Belo Horizonte, das 16 às 20 horas.

Têm direito a voto cerca de 800 delegados de todo Estado, além dos parlamentares tucanos e membros do Diretório Estadual e do Diretório Nacional que têm domicílio eleitoral em Minas.

Para o Diretório, serão eleitos para um mandato de dois anos 104 membros efetivos e 35 suplentes. Também serão escolhidos cinco integrantes do Conselho Estadual de Ética e Disciplina partidária, assim como seus suplentes. Os convencionais elegem, ainda, 60 delegados – e igual número de suplentes – que terão direito a voto na Convenção Nacional do PSDB, a ser realizada em Brasília, no dia 29 de maio próximo.

Depois de eleito, o Diretório Estadual escolhe a nova Executiva. O deputado federal Marcus Pestana encabeça uma chapa de consenso para substituir o atual presidente, o deputado federal licenciado e atual secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues.

Também na segunda-feira, às 18 horas, serão eleitas as novas executivas do PSDB Mulher e do PSDB Jovem. Para o próximo biênio o Secretariado mineiro do PSDB Mulher será presidido por Lenita Noman e o do PSDB Jovem por Caio Narcio.

Executiva PSDB/MG (biênio 2011/2013)

Presidente – Deputado Federal Marcus Pestana

Vice-presidente – Deputado Federal Domingos Sávio

2º vice-presidente – Deputado Estadual Zé Maia

Secretário-Geral – Deputado Estadual Carlos Mosconi

Tesoureiro – Deputado Federal Carlaile Pedrosa

CONVENÇÃO DO PSDB DE MINAS GERAIS

Dia: 21 de março, segunda-feira

Hora: 16 às 20 horas

Local: Sede do PSDB/MG (Rua Alvarenga Peixoto, 974 – 2º andar – Lourdes – BH)

Abaixo, confira biografia do deputado Marcus Pestana, que assumirá a presidência do PSDB/MG

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Deputados cobram do governo explicações sobre falta de remédios para tratamento da aids

março 18, 2011

Deputado Marcus Pestana, ex-secretário de Saúde de Minas Gerais. Foto Paula Sholl

Deputados do PSDB querem explicações oficiais do Ministério da Saúde sobre a falta de remédios para o tratamento da aids. De acordo com o jornal “O Estado de S. Paulo”, o desabastecimento está prejudicando 40 mil pessoas e motivando críticas de médicos e ONGs. Vanderlei Macris (PSDB/SP) apresentará requerimento na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle convocando o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para dar satisfações e apresentar soluções para o problema. Já o deputado Marcus Pestana (PSDB/MG) quer que o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatite, Dirceu Greco, preste esclarecimentos na Comissão de Seguridade Social e Família.

Para Macris, é um desleixo do governo deixar milhares de pessoas sem tratamento. Segundo ele, as vítimas ficam desesperadas e começam a olhar para o futuro de maneira incerta. “Primeiro, há o descaso. Segundo, um problema de gestão, pois o governo lida com um estoque e deve se preparar para atender a demanda e tomar providências se perceber que pode faltar”, criticou.

Ex-secretário de Saúde de Minas Gerais, Pestana afirma que os pacientes não podem abrir mão dos antirretrovirais. “Nenhum portador de HIV diagnosticado e que esteja em tratamento deve ficar sem os remédios. É preciso esclarecer os motivos da ocorrência do gargalo na oferta de medicamentos no Programa Nacional de Combate e Prevenção da Aids”, destacou. Ainda de acordo com o parlamentar, um programa que avançou tanto no governo tucano e que serviu de modelo para o mundo salvando vidas não pode ser deixado de lado.

A reportagem do jornal paulista alerta que estão faltando três medicamentos para combater a infecção pelo vírus da aids. O Atazanavir, droga da Bristol usada por 33 mil pessoas, está em falta em pontos localizados do Brasil. Também foram registradas queixas de falhas na entrega do Saquinavir, adotado na terapia de 800 pacientes, além da Didadosina, droga utilizada por 3,7 mil pessoas.

Leia também Política de combate à aids foi modelo na gestão tucana

Confira ainda Para tucanos, situação caótica da saúde no país é resultado da falta de gestão do atual governo

Fonte: Diário Tucano

Ciclo vicioso gerado por endividamento do brasileiro pode desacelerar economia

março 15, 2011

O deputado federal Marcus Pestana também é presidente do ITV/MG

O deputado Marcus Pestana (PSDB/MG) vê com preocupação o endividamento crescente dos brasileiros. O comprometimento da renda com o pagamento de dívidas aumentou 6,9 pontos percentuais (46,6%) entre 2003 e 2010, segundo cálculos da LCA Consultores com base em dados do Banco Central (BC). De acordo com o BC, em janeiro de 2003, o brasileiro precisava destinar 14,6% do seu ganho familiar mensal para a quitação de débitos. Já em dezembro de 2010 esse percentual passou para 21,4%. Houve novo salto em janeiro deste ano (o dado mais recente divulgado pelo BC), quando o indicador atingiu 22,2%. Especialistas dizem que “o limite de segurança” para evitar um ciclo vicioso de dívidas é de 25% da renda.

Para Marcus Pestana, os riscos do crescimento do consumo são o endividamento das pessoas, a volta da inflação e a inadimplência. Economista, o tucano explicou que a expansão do crédito foi uma grande alavanca do crescimento do Brasil nos últimos anos, mas por outro lado, acabou criando um “ciclo vicioso”.

“Claramente se anuncia um limite nessa estratégia de crescimento baseada na expansão do endividamento das pessoas. Isso é muito preocupante. Nós temos vários sinais como a inflação, que era uma questão arquivada na história, e passa novamente a preocupar. O esgotamento do crédito pessoal preocupa no sentido da desaceleração do consumo e da economia como um todo”, ponderou o deputado nesta segunda-feira, dia 14.

Os dados do BC levam em consideração apenas as dívidas dos consumidores com os bancos. São dívidas com crédito pessoal, consignado (com desconto em folha de pagamento), financiamento de veículos e crédito habitacional. Não estão incluídas as pendências com cheque especial e cartão de crédito, que embutem taxas de juros superiores a 10% ao mês e costumam fazer os maiores estragos no orçamento.

O parlamentar destacou que o crédito é fundamental para a expansão da economia, mas deve ser usado com equilíbrio e bom senso. “O exagero do consumo acima da capacidade real de pagamento das pessoas acena com uma crise de inadimplência a médio prazo que é muito preocupante. Crescem as taxas de juros e isso se transforma em uma bola de neve. É um processo que leva a desaceleração do consumo e da economia”, alertou.

De acordo com a Associação Comercial de São Paulo, o valor médio da dívida na capital paulista subiu 46,6% entre 2003 e 2010, passando de R$ 1.500 para R$ 2.200. Segundo levantamento do Banco Central, em janeiro de 2003, as dívidas com atrasos superiores a 90 dias representavam 7,7% do total de crédito então disponível, de R$ 88,5 bilhões. Em janeiro passado, esse percentual era menor (5,7%), mas incidia sobre uma base mais encorpada (R$ 559,6 bilhões).

No comércio, o total de endividados subiu nos dois primeiros meses de 2011, segundo a Confederação Nacional de Comércio (CNC). Um levantamento com 18 mil famílias em todo o país mostrou que o total de endividados passou de 59,4% em janeiro para 65,3% em fevereiro. No mesmo período, o percentual de famílias com dívidas em atraso passou de 22,1% para 23,4%. Destes, 7,7% não terão como pagar o que devem.

Na avaliação do parlamentar, faltam campanhas governamentais para a educação financeira da população. “É preciso aprofundar esse trabalho de educação para o consumo responsável em níveis que a renda das pessoas comporte. Nós assistimos a uma expansão muito além do que seria recomendável”, avaliou Pestana.

Brasileiros levam estilo de vida de consumidores do Primeiro Mundo

A estabilidade da economia e a oferta abundante de crédito nos últimos anos levou o brasileiro a experimentar um pouco o estilo de vida de consumidores de Primeiro Mundo. Nos EUA, segundo o Federal Reserve (o banco central americano), as dívidas comprometem 17% da renda. É menos do que no Brasil, mas é preciso considerar a diferença de renda entre os trabalhadores dos dois países. Enquanto nos EUA a média chega a US$ 4,4 mil por mês, no Brasil o valor é de cerca de R$1,5 mil (US$ 882).

Fonte: Diário Tucano