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Carta de Conjuntura do ITV: Tsunami de dólares

março 14, 2011

Nunca antes na história o Brasil recebeu tantos recursos do exterior. Há quem compare o ingresso recorde de dólares a uma enxurrada ou a uma inundação. Mais adequado seria dizer que o país está sob um verdadeiro tsunami cujas consequências para a economia nacional podem ser destrutivas.

Em apenas 63 dias, o Brasil recebeu mais dólares do exterior do que nos 365 dias do ano passado: até 4 de março último, ingressaram no país US$ 24,36 bilhões acima do que saiu. Em contraposição, em todo o ano de 2010, o saldo líquido, ou seja, a diferença entre remessas e ingressos, foi de US$ 24,35 bilhões. Isso dá ideia da magnitude da situação.

Pelos dados do BC, a entrada de dólares no ano já soma US$ 114,2 bilhões e as saídas, US$ 89,9 bilhões. Parte do fluxo de recursos tem sido direcionada para investimentos diretos, o que é bom, e para aplicações em títulos e bolsa.

Uma fatia considerável dos ingressos busca aqui o ganho fácil dos juros campeões mundiais. Não custa repetir que o Brasil é o país onde se praticam as cada vez mais exóticas taxas do planeta. Enquanto aqui paga-se algo em torno de 6% de juros reais ao ano, a média mundial é de 0,9% negativo. (A Austrália, segundo lugar no ranking, pratica 2% anuais.)

Leia matéria completa Tsunami de dólares

Pestana: gastança do governo Lula desmoraliza discurso de austeridade sobre mínimo

fevereiro 17, 2011

Marcus Pestana, deputado federal (PSDB/MG) e presidente do ITV/MG. Foto Paula Sholl

O deputado federal Marcus Pestana (PSDB/MG) afirmou nesta quarta-feira, dia 16, que a gastança da gestão Lula deixou uma herança maldita para a presidente Dilma Rousseff. Para o tucano, o governo atual se recusa a dar um reajuste superior aos R$ 545 para o salário mínimo por consequência do desequilíbrio fiscal do ex-presidente, avalizado pela atual chefe do Executivo.

De 2003 a 2010, as despesas públicas cresceram R$ 282 bilhões, segundo estudo do economista Fernando Montero, da Convenção Corretora. Além disso, compromissos remanescentes do governo passado elevaram os gastos do Tesouro Nacional neste ano e dificultam o ajuste fiscal da nova administração petista.

Curiosamente, o governo não cita esses dados ao argumentar que o país não suportaria um reajuste superior do piso salarial em 2011. Na Comissão Geral da Câmara que debateu o tema na terça-feira, dia 15, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, apenas se limitou a dizer que um reajuste acima de R$ 545 pode levar a um descontrole das contas públicas e da inflação. “Ao contrário do cenário cor de rosa propagado pela campanha de Dilma, ficou uma herança maldita no governo Dilma. Eles próprios são vítimas de uma falta total de critério nos gastos públicos. A indisciplina fiscal desmoraliza esse discurso de austeridade”, condenou Pestana, que também é presidente da seção mineira do Instituto Teotônio Vilela (ITV).

Segundo reportagem da “Folha de S.Paulo”, ao todo Dilma Rousseff herdou R$ 11,5 bilhões em contas pendentes de seu antecessor, considerando, entre outras modalidades, contratos de prestação de serviços, compra de materiais e construção assinados entre a União e seus fornecedores. A transferência de obrigações e dívidas de um ano para o outro é comum, mas o montante que sobrou do ano eleitoral é um salto comparado aos R$ 7,3 bilhões deixados de 2009 para 2010. Para o parlamentar, os números mostram que o orçamento está virando uma verdadeira peça de ficção. “A lei orçamentária organiza as despesas públicas e precisa ser transparente e explicitar como será rigorosamente utilizado o dinheiro do cidadão”, defendeu.

De acordo com o parlamentar, o salário de R$ 600, defendido pelo PSDB desde a campanha eleitoral, é perfeitamente viável. O deputado lembrou que os números apresentados pela assessoria técnica do partido mostram que há margem orçamentária, receitas escondidas, além de despesas que podem ser cortadas. “Há espaço fiscal para um salário mínimo maior. O PSDB está defendendo o trabalhador e um aumento que faça efetivamente diferença no seu dia a dia”, destacou o deputado.

Além do corte inédito de R$ 50 bilhões no Orçamento deste ano, o quadro fiscal apresenta outros problemas como a inflação, a taxa de juros em alta, uma carga tributária abusiva de 34,4% do PIB, além de um orçamento engessado por despesas permanentes com pessoal. Outro alerta feito por especialistas é que diante desses dados econômicos negativos, o governo Dilma terá dificuldade para ampliar investimentos.

Na avaliação do deputado, essa combinação é “perversa”, mas passível de ser enfrentada. “Nosso papel como oposição é agir em defesa da qualidade e da eficiência do gasto público. É preciso introduzir uma verdadeira disciplina fiscal. Isso passa por racionalização de despesas e competência administrativa, mas parece que o governo não está disposto a fazer isso”, avaliou.

R$ 282 bilhões
Foi o montante do crescimento das despesas do governo federal ao longo da gestão Lula (2003-2010).

R$ 11,5 bilhões
foram herdados por Dilma Rousseff de seu antecessor, considerando, entre outras modalidades, contratos de prestação de serviços, compra de materiais e construção assinados entre a União e seus fornecedores.

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Fonte: Diário Tucano

ITV: fiadora da gastança do governo Lula, Dilma anuncia ajuste rudimentar

fevereiro 14, 2011

Considerado totalmente desnecessário por Dilma durante a campanha eleitoral, o corte de gastos anunciado pelo governo semana passada é mais uma prova da gastança irresponsável promovida pelo governo Lula com o aval da agora presidente. Na avaliação do Instituto Teotonio Vilela (ITV),  a “lista de intenções” anunciada pelo Planalto está longe de poder dar conta de esfriar a economia e conter a escalada inflacionária. “Não são meros anúncios que conseguirão domar um fera cevada irresponsavelmente a pão de ló ao longo de anos”, diz o documento intitulado “Um ajuste rudimentar nas contas públicas”, cuja íntegra está disponível abaixo.

Já deixou de ser novidade: governos do PT sempre começam fazendo tudo ao contrário do que seus candidatos pregam em cima dos palanques. Com Dilma Rousseff não foi diferente. Na semana passada, a equipe econômica da presidente anunciou que fará o ajuste fiscal que ela, quando ainda estava em campanha, dizia ser to-tal-men-te desnecessário.

No mínimo, os cortes orçamentários agora anunciados – de R$ 50 bilhões, ou 0,6% do PIB – equivalem a admitir que o governo passado soltara, irresponsavelmente, as rédeas dos gastos. Dilma é fiadora direta desta má herança, por algumas razões.

Primeiro, como “gerente” da lojinha de Lula, não apenas deu carta branca para que os gastos decolassem, como também bombardeou iniciativas para freá-los: quem não se recorda de quando ela chamou de “rudimentar” o plano de Antonio Palocci para zerar o déficit num prazo de dez anos?

Segundo, porque Dilma deve sua eleição, em grande medida, à generosidade fiscal que marcou os dois últimos anos do governo passado. Em sua edição de ontem, O Globo mostrou que, já descontada a inflação do período, os gastos do governo federal cresceram R$ 282 bilhões ao longo dos anos Lula. Apenas entre 2006 e 2010, eles subiram R$ 212 bilhões. A conta da eleição de Dilma nos chega agora, amarga, na forma de arrocho e, pior ainda, inflação.

Só as despesas com pessoal aumentaram R$ 52 bilhões acima da inflação no segundo mandato de Lula. Agora, para tentar conter a pressão dos salários, a equipe econômica de Dilma anuncia que congelará a contratação de funcionários e a realização de concursos públicos – exatamente o que, sordidamente, acusava a oposição de planejar fazer. Nos cargos de confiança, porém, não se mexe, porque a companheirada não é de ferro…

Mas, entre a intenção de ajustar as contas e a prática, ainda vai longa distância. Ninguém sabe ao certo como o governo pretende executar o ajuste bilionário. Como tem nas costas um histórico de artimanhas e malabarismos contábeis, Guido Mantega não desponta como o melhor fiador de um compromisso desta magnitude.

Diante disso, é exagero ver nos cortes anunciados pela equipe econômica de Dilma Rousseff uma prova inconteste de austeridade dada pelo novo governo. O que existe até agora é uma mera carta de intenções. A prova dos nove ainda está por vir. Há quem diga que cortar apenas em custeio, como promete o governo, é matematicamente impraticável.

Excluindo despesas de custeio com educação, saúde e gastos sociais, o governo teria um bolo de R$ 53,7 bilhões de onde precisaria tirar os anunciados R$ 50 bilhões, calcula Mansueto Almeida, do Ipea. “Esqueçam o corte anunciado de R$ 50 bilhões concentrado apenas em custeio, sem sacrificar investimentos e gastos sociais. Simplesmente não é possível”, escreve.

Na sexta-feira, o Valor Econômico mostrou que os cortes anunciados apenas atenuam a tendência de alta dos gastos federais. Mesmo subtraindo os bilhões divulgados, as despesas federais subirão neste ano 3,7% acima da inflação, na comparação com 2010. Uma possibilidade de ajuste, comenta o jornal hoje, está no aumento de 0,5 ponto na carga tributária.

Como se vê, a lista de intenções anunciada pelo governo está longe de poder dar conta de esfriar a economia e conter a escalada inflacionária. Não são meros anúncios que conseguirão domar um fera cevada irresponsavelmente a pão de ló ao longo de anos. O que se viu até agora foi rudimentar.

Fonte: ITV

Expansão do 3º trimestre mostra que economia ainda está vigorosa, mas desconjuntada

dezembro 13, 2010

A divulgação periódica dos resultados do PIB é sempre um bom momento para aferir a quantas anda a produção de bens e riqueza do país. Os números relativos ao terceiro trimestre, com expansão de 0,5% ante os três meses anteriores, mostram uma economia ainda vigorosa, mas desconjuntada. A qualidade do nosso PIB tem piorado: somos hoje um país glutão que consome muito mais do que consegue produzir.

Os números divulgados pelo IBGE revelam, mais do que escondem, sérios desequilíbrios. O mais evidente deles é que os brasileiros consumimos acima do que as empresas do país têm capacidade de fabricar. Resultado disso é que a demanda interna tem sido coberta cada vez mais por bens vindos do exterior: as importações subiram assustadores 40,9% em relação ao terceiro trimestre de 2009. É a maior alta desde meados de 1995.

Leia matéria completa Crescimento de má qualidade

Fonte: ITV

Voo cego – Voar pelo Brasil tornou-se uma aventura sem nenhuma graça

dezembro 7, 2010

Até pouco tempo atrás, a aproximação das festas de fim de ano era motivo apenas de comemoração e júbilo. Mas para os que usam aeroportos no país a data tornou-se também uma tremenda dor de cabeça. Voar pelo Brasil para comemorar o Natal e o Ano Novo ou para descansar numa praia ensolarada tornou-se uma aventura – sem nenhuma graça. Ninguém garante que não será novamente assim nas próximas semanas.

Leia íntegra do artigo

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ITV alerta para processo de encolhimento do setor industrial brasileiro

novembro 17, 2010

Artigo publicado nesta quarta-feira, dia 17, no site do Instituto Teotônio Vilela (ITV) fala sobre a ameaça da desindustrialização no Brasil. Confira:

Há tempos um fantasma ronda as discussões econômicas: a indústria brasileira está ou não encolhendo? O processo, chamado de “desindustrialização”, sempre foi negado pelo governo Lula. Não mais, a julgar por documento preparado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e alçado à manchete da edição de ontem do Valor Econômico.

Segundo técnicos do MDIC, a indústria brasileira tem perdido força, deixado de exportar, importado mais e, desta forma, ameaçado a saúde financeira do país. Gerando menos divisas, o país tem se tornado cada vez mais dependente de capitais voláteis para fechar suas contas externas. A saída é exportar mais, receita que o candidato da oposição defendeu durante a campanha eleitoral deste ano.

O centro da questão está no fluxo de comércio atual: o setor secundário da nossa economia exporta cada vez menos e importa cada vez mais. Sendo o segmento que mais agrega valor e gera os empregos mais bem remunerados, resulta disso que estamos mandando nossas melhores oportunidades de trabalho e geração de renda para o exterior.

Tome-se o resultado da balança comercial acumulado de janeiro até outubro. O superávit caiu de US$ 22,5 bilhões em 2009 para US$ 14,6 bilhões agora. São 35% menos, mesmo com as exportações crescendo 30% no período. Ocorre que as importações avançaram muito mais: 43,8% de janeiro a outubro.

Vale lembrar que, para igual período do ano, o país já chegou a ter superávit de US$ 38 bilhões. Foi há não muito tempo, em 2006. O saldo atual já é o menor dos últimos oito anos. Pudera: as impostações estão em nível recorde e equivalem atualmente ao triplo do valor verificado no início da década.

Importar muito não é necessariamente algo ruim. Muitas vezes o país recorre a insumos, matérias-primas e máquinas vindas do exterior para melhorar a qualidade, aumentar a produção e dar maior competitividade ao produto nacional. Em parte isso está ocorrendo no Brasil de hoje. A participação dos importados na economia saltou de 12% para 20% desde 2002, segundo levantamento da Fiesp.

O problema é quando tais importações começam a minar a produção local. Há uma miríade de setores em que isso está ocorrendo. Há muitos empresários fechando as portas no Brasil para ir produzir na China. Eles geram emprego lá, produzem lá e mandam o produto acabado para cá, mantendo a rede de clientes e distribuição que já tinham. Pipocam pelo país exemplos disso.

É o que pode ser observado nos eletroeletrônicos. Segundo a Federação das Indústrias do Amazonas, cerca de 90% dos aparelhos de DVD e áudio consumidos no Brasil vêm do exterior, na grande maioria da China. Antes, eles eram produzidos na Zona Franca de Manaus. O déficit comercial do setor cresceu 80% neste ano: saiu de US$ 7,2 bilhões de janeiro a setembro de 2009 para US$ 12,9 bilhões agora.

A indústria metal-mecânica do Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul, também perde espaço. E a siderurgia em Minas Gerais é outra vítima: compra-se aço no exterior a preços até 40% menores do que os praticados internamente.

Como um todo, produtos manufaturados eram 57% das exportações brasileiras no início da década e agora já representam apenas 39%. Em consequência, o segmento registrou déficit comercial de US$ 30,5 bilhões no primeiro semestre, o triplo de três anos atrás. Já a indústria da transformação passou de superávit de US$ 31,9 bilhões em 2005 para déficit de US$ 13,9 bilhões agora.

O principal vilão desta história é o câmbio. Desde 2003, o real se valorizou 89%, segundo o JP Morgan. Foi a mais alta evolução entre os 20 principais países emergentes. Descontada a inflação, o valor está 8% acima de 1998, quando o câmbio era fixo. Disso resulta a perda de competitividade doméstica.

A apreciação do real deve-se a fatores estruturais, como o movimento global de desvalorização do dólar e o aumento do vigor da economia brasileira, que atraem mais divisas para o país. Mas é causada também por um fator conjuntural: a exótica taxa de juros que o Brasil pratica, num momento em que a média mundial é negativa. Um maná para o capital financeiro.

Na reunião do G-20 encerrada na semana passada, foi autorizado aos países emergentes adotar medidas de controle para se contrapor à valorização indesejada de suas moedas. Serve como luva para o caso do Brasil. Pode começar daí o enfrentamento da extensa agenda econômica que espera a presidente eleita.

O cardápio inclui ajuste cambial, a necessária correção nos juros e a redução dos gastos públicos (que gera efeitos positivos em cascata nos demais itens). A boa nova é que o governo do PT finalmente desistiu de negar o óbvio. É o primeiro passo para corrigir o evidente problema que ronda a indústria nacional.

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Com a presença de Aécio e Anastasia, Narcio assume a presidência do PSDB/MG

dezembro 7, 2009

Foto Alessandro Carvalho

O deputado federal Narcio Rodrigues assumiu a presidência do PSDB de Minas Gerais. Ele foi eleito numa chapa de consenso, nesta segunda-feira, dia 7, pelos mais de 800 delegados do partido que participaram da convenção estadual. Estiveram presentes, além de lideranças de todo estado, prefeitos, vereadores e parlamentares estaduais e federais tucanos, o governador Aécio Neves e o vice Antonio Anastasia.

Em entrevista coletiva à imprensa, Aécio afirmou que a convenção do PSDB celebrava uma grande convergência. “Eu acho que esse sentimento de unidade que o PSDB demonstra hoje é o nosso mais vigoroso instrumento para, mais uma vez, vencermos as eleições em Minas”, disse.

Sobre sua sucessão, Aécio disse que vê com simpatia o nome de Antonio Anastasia ter sido colocado por figuras importantes do partido como alternativa do PSDB e ressaltou que a legenda tem uma grande responsabilidade para com Minas, que é continuar o trabalho iniciado em sua gestão, há sete anos. “É muito importante consolidar esses avanços, sejam nos indicadores econômicos, sejam nos indicadores sociais ou nos investimentos em infra-estrutura. Hoje é o marco zero de uma grande largada já pensando nas eleições de 2010 no Estado”, garantiu Aécio.

Aécio também lembrou dos aliados que estão com o PSDB desde o início de seu primeiro mandato. “Existe uma aliança muito sólida, que não se fragilizou ao longo do governo. Nós temos hoje um número maior de partidos ao nosso lado do que tínhamos até à eleição e achamos que podemos atrair outros parceiros”. Aécio afirmou ainda que, a partir de janeiro, vai se dedicar à construção dessas alianças. Até lá, garantiu que também deve estar definido o nome do PSDB que vai concorrer às eleições para presidência da República. O governador de Minas e o de São Paulo, José Serra, são os dois pré-candidatos do partido. Os dois se encontram na sexta-feira, em Teresina (PI), em mais um evento do PSDB. “Eu vou conversar com o governador Serra na sexta-feira sobre este assunto”, adiantou Aécio.

 Narcio   

A união do PSDB também foi comemorada pelo deputado Narcio Rodrigues, que assume pela terceira vez a presidência da legenda dos tucanos em Minas Gerais. Ele informou que seu trabalho à frente do partido será lutar para que o estado tenha a continuidade das ações inovadoras do governador Aécio Neves. “Temos um patrimônio a oferecer aos mineiros”, ressaltou.      

Antes da posse da nova Executiva, eleita para o biênio 2009/2011, também foram empossados Eliana Piola, como presidente do PSDB Mulher, e Marcus Pestana como presidente da seção mineira do Instituto Teotônio Vilela (ITV). A convenção do PSDB Jovem, que elegeu Adriano Faria, aconteceu no domingo, dia 6.

Marcus Pestana, que é deputado estadual licenciado e atual secretário de Estado de Saúde, adiantou que na próxima semana já inicia as conversações com dois outros partidos – o DEM e o PPS – para a formulação programática que será apresentada à população nas próximas eleições. O ITV é o órgão de estudos e formação política ligado ao PSDB.

Leia, abaixo, transcrição da entrevista do governador Aécio Neves e fotos da convenção

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PSDB de Minas Gerais realiza convenção na 2ª-feira, dia 7 de dezembro

dezembro 5, 2009

Deputado Narcio Rodrigues, entre os deputados Domingos Sávio e Lafayette de Andrada (à sua direita) e Paulo Abi-Ackel (à sua esquerda), durante entrevista

O PSDB de Minas Gerais realiza na segunda-feira, dia 7 de dezembro, convenção para eleger seu novo Diretório Estadual para o biênio 2009/2011. Apenas uma chapa concorre ao pleito. Ela é encabeçada pelo deputado federal Narcio Rodrigues, que volta ao comando do partido, agora pela terceira vez. A eleição acontece das 9 às 19 horas, na sede do Partido, em Belo Horizonte (à Rua Alvarenga Peixoto, 974 – 2º andar – bairro Santo Agostinho).

Numa coletiva à imprensa nesta sexta-feira, dia 4, na Sala de Imprensa da Assembleia Legislativa de Minas Gera, o deputado Narcio Rodrigues anunciou oficialmente os integrantes da nova Comissão Executiva e apresentou os presidentes do PSDB Mulher, da Juventude e da seção mineira do Instituto Teotônio Vilela (ITV/MG), que é o órgão de estudos e formação política ligado ao PSDB.

Eliana Piola será reeleita para mais um mandato à frente do PSDB Mulher e Adriano Faria assume a Juventude do PSDB, em substituição de Reinaldo Oliveira Batista, o Reinaldinho. O deputado estadual licenciado e atual secretário de Saúde de Minas Gerais, Marcus Pestana, será o novo presidente do ITV/MG.

Narcio reassume o PSDB/MG “respondendo a uma convocação do  governador Aécio Neves e com a importante missão de preparar o partido para a travessia eleitoral de 2010. Nossa proposta é a de criar uma ambiente fortalecido em Minas, cuidar do espaço em casa, para que Aécio possa se apresentar ao Brasil como a melhor proposta de convergência para o país”.  Narcio Rodrigues  ainda enfatizou que o PSDB vai manter sua principal característica que é a de trabalhar de forma colegiada, na defesa de uma estratégia em comum e que, desta forma, seu trabalho como Presidente será mais de coordenação, uma vez que, de acordo com ele, o “partido é de todos os tucanos”.

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Deputado Narcio Rodrigues anuncia nova Comissão Executiva do PSDB/MG

dezembro 3, 2009

A entrevista coletiva de Narcio Rodrigues será realizada na Assembleia Legislativa

O deputado federal Narcio Rodrigues anuncia oficialmente, nesta sexta-feira, dia 4, os integrantes que devem compor a nova Comissão Executiva do PSDB de Minas Gerais para o biênio 2009/2011. Ele dará uma entrevista coletiva, às 9h30, na Sala de Imprensa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Serão anunciados também os novos presidentes do Instituto Teotônio Vilela (ITV/MG), do PSDB Mulher e do PSDB Jovem.

Narcio Rodrigues encabeça a chapa de consenso à eleição do novo Diretório Estadual, que será realizada na segunda-feira, dia 7, na sede do PSDB/MG, em Belo Horizonte. A eleição acontece das 9 às 19 horas.

Seminário do PSDB em Goiânia discute emprego e inclusão social

outubro 14, 2009
O último seminário foi realizado em Natal (RN), para discutir educação. Foto Canindé Soares

O último seminário foi realizado em Natal (RN) e discutiu a educação. Foto Canindé Soares

O PSDB promove mais um seminário, desta vez com o tema “Emprego e Inclusão Social”, no sábado, dia 17, no Auditório Lago Azul, no Centro de Convenções de Goiânia (GO). O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, já confirmou presença e, junto com o governador José Serra (SP) e os senadores goianos Marconi Perillo e Lúcia Vânia, participa do painel “Oportunidades e Desafios da Geração de Empregos no Brasil”, que será coordenado pelo presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE).

O seminário será aberto, às 9 horas, pelo deputado Leonardo Vilela, presidente do PSDB de Goiás, e pelo presidente do Instituto Teotônio Vilela (ITV), deputado Luiz Paulo Vellozo Lucas. Logo depois, o secretário geral do PSDB, o deputado mineiro Rodrigo de Castro, coordena o primeiro painel, sobre “A Geração de Empregos e o Ingresso dos Jovens no Mercado de Trabalho”. Participam o secretário de Desenvolvimento de São Paulo, Geraldo Alckmin, e a secretária de Planejamento e Gestão de Minas Gerais (Seplag), Renata Vilhena, além de Guiseppe Vecci, ex-secretário de Planejamento e de Finanças de Goiás.

Este é o quinto seminário temático promovido pelo PSDB. Nos encontros anteriores, o Partido discutiu em João Pessoa (PB), em maio, os problemas e como avançar nos programas sociais; em junho, em Foz do Iguaçu (PR), o tema foi o agronegócio; em agosto, em Aracaju (SE), discorreu sobre “Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social”, e, em setembro, em Natal (RN), sobre educação e inclusão social.

Fonte: Assessoria de Imprensa do PSDB/MG