Posts Tagged ‘Aécio Neves’

Aécio protesta conta decisão da bancada do governo federal sobre MP 512

abril 27, 2011

Foto Cadu Gomes/Assessoria de Imprensa da Liderança do PSDB no Senado

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) protestou nesta quarta-feira, dia 27, contra a decisão da bancada do governo federal de, na prática, não apoiar a inclusão dos 168 municípios mineiros do Norte de Minas, e dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, entre os beneficiados pelos incentivos fiscais concedidos aos estados do Norte, Nordeste e Centro Oeste do país pela MP 512.

A MP 512 que permitiu, no ano passado, a transferência de Minas para Pernambuco dos novos investimentos da Fiat Automóveis permaneceu com o prazo de vigência ate 20 de maio, o que impede que os municípios de Minas sejam atendidos.

A inclusão dos municípios mineiros pedida pelo ex-governador Aécio Neves foi aprovada na Câmara dos Deputados com o voto contrário da bancada do PT. No Senado, a bancada do governo manteve a emenda de inclusão, mas não aceitou a mudança na data de vigência. O senador Aécio Neves defendeu a mudança de 20 de maio para 31 de dezembro.

Em entrevista concedida durante a votação a tarde desta quarta-feira, o senadorvlamentou a insensibilidade da bancada governo federal e o prejuízo sofrido pelos municípios da Área Mineira da Sudene que vivem condições econômicas iguais aos das regiões mais pobres do país.

Ouça entrevista

http://www.psdb-mg.org.br/midias/download/id/3180

Queda de ponte mostra incapacidade do governo federal para cuidar de rodovias, diz Aécio

abril 27, 2011

Foto Cadu Gomes

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) afirmou nessa quarta-feira, dia 27, que a queda de uma ponte sobre o Rio das Velhas no quilômetro 454 da BR 381, em Sabará, Região Metropolitana de Belo Horizonte, é mais uma prova da incapacidade do governo federal em cuidar das rodovias. Na avaliação do senador, esse grave problema, que vem causando grandes danos para a população local e para quem utiliza a rodovia, reforça sua tese de estadualização das estradas.

A ponte está interditada desde a última quarta-feira, dia 20, pela Polícia Rodoviária Federal, após uma viga de sustentação da estrutura ceder, provocando o afundamento da pista. Aqueles que precisaram usar a BR-381 para viajar no feriado da Semana Santa enfrentaram longas horas de engarrafamento tendo que passar por desvios. A população que precisa transitar diariamente pelo local sofre com a situação. Uma passarela improvisada está sendo utilizada pelos pedestres.

“Se há um consenso hoje no Brasil, esse é um deles: a incapacidade que o governo tem  demonstrado de gerir de forma adequada as nossas rodovias. O que eu tenho defendido é que essa figura esdrúxula que só existe no Brasil – de rodovias federais – deixe de existir e, obviamente por etapas, portanto, dentro de um planejamento, eu defendo que as rodovias federais passem à gestão dos estados com a transferência, obviamente, dos recursos para os estados”, afirmou o senador em entrevista em Brasília.

A proposta do senador é de que esse processo pode ser iniciado com a transferência da totalidade dos recursos da Cide (uma das fontes de financiamento do setor rodoviário) para os estados. Hoje, apenas 29% da Cide vão para estados e municípios.

“Isso possibilitaria o início do processo de transição de transferência da responsabilidade das rodovias federais para os estados. E nos estados, aí sim, as decisões são tomadas com mais agilidade, os governantes têm a pressão da população e tenho certeza de que problemas como esse da ponte na BR 381 que transformou em caos, em inferno a vida de tantos mineiros no último feriado, e até mesmo em riscos muito grandes, não teriam ocorrido”, disse o ex-governador de Minas Gerais.

O senador Aécio Neves alerta que o Brasil hoje vive um processo de forte centralização, caminhando para se transformar em um estado unitário, e um presidencialismo quase imperial. “O caminho correto é o da descentralização, em todos os aspectos, em todas as áreas de responsabilidade do governo federal e, nas rodovias, muito em especial”, concluiu o senador.

Ouça entrevista do senador onde ele fala sobre concessão de aeroportos, inflação e estadualização de rodovias 
http://www.psdb-mg.org.br/midias/download/id/3179

Leia também Aécio alerta que governo age de improviso no setor aeroportuário

CCJ discute limitação de uso das MPs proposta pelo senador Aécio Neves

abril 26, 2011

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado discute nessa quarta-feira, dia 27, o substitutivo apresentado pelo senador Aécio Neves (PSDB/MG) à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 11 de 2011 que modifica a tramitação de medidas provisórias (MPs). O ex-governador de Minas Gerais apresentou várias propostas inovadoras (veja abaixo) com o objetivo de impedir o uso excessivo de MPs por parte do Poder Executivo e assegurar ao Congresso sua prerrogativa de legislar.

Entre as alterações propostas está a necessidade de uma comissão de senadores e deputados avaliar se a MP apresenta os requisitos de urgência e relevância, como prevê a Constituição, para ser aceita. Só após ser aprovada nesses itens pela comissão, a MP passará a tramitar e a vigorar, ao contrário do que ocorre hoje, quando ela entra em vigor assim que apresentada.

Na avaliação do senador Aécio Neves, as medidas provisórias devem ser exceção e por isso a Constituição prevê que apenas questões urgentes e relevantes possam ser objeto delas. Ele considera ainda que essa é uma forma de se valorizar o trabalho do Congresso.  No substitutivo do senador, estão previstos prazos determinados para a análise pela Câmara e pelo Senado. Hoje, na grande maioria dos casos, os senadores acabam tendo que discutir e votar as MPs em um ou dois dias, pois a Câmara utiliza quase todo o prazo de 120 dias previstos.

“A medida provisória deve ser a exceção, e não a regra, como ocorre hoje. Nós estamos restabelecendo, com isso, as prerrogativas do Congresso Nacional, o que é essencial à própria democracia”, afirmou o senador Aécio Neves em entrevista, após ter apresentado o substitutivo na CCJ. Como foi concedido vistas aos senadores, o substitutivo deve ser avaliado nessa quarta-feira na CCJ.

Quando presidiu a Câmara dos Deputados, o senador Aécio Neves deu início ao processo de restrição ao uso de MPs pelo governo.  Na época, as MPs eram reeditadas a cada 30 dias, sem necessidade de votação. Com a mudança, elas passaram a ser votadas obrigatoriamente num prazo de 120 dias.

“Eu espero que essa discussão não seja colocada no âmbito de governo e de oposição. Nós devemos restabelecer o patamar da discussão que nós encontramos em 2001. Conduzi as negociações que retiraram do Poder Executivo, do presidente Fernando Henrique, prerrogativas porque ele estava avançando nas prerrogativas do Congresso Nacional. O que nós queremos agora é complementar aquelas alterações garantindo que as iniciativas do Poder Legislativo possam ter espaço para discussão e que o Poder Executivo restrinja a utilização de MPs para o caso real de relevância e urgência”, concluiu o senador.

Principais pontos do  substitutivo do senador Aécio Neves à PEC nº 11, de 2011

Admissibilidade

As medidas provisórias somente terão força de lei depois de serem consideradas admitidas por comissão mista permanente de Deputados e Senadores, que terá três dias úteis para apreciar a urgência e relevância da matéria. Caberá recurso para o plenário do Congresso Nacional que também terá três dias úteis para apreciá-lo. Durante os períodos de recesso, a admissibilidade será analisada pela Comissão Representativa. Caso não seja admitida, a medida provisória passa automaticamente a tramitar como projeto de lei em regime de urgência constitucional.

Entrada em vigor

A medida provisória somente entra em vigor depois de ser considerada admitida pelo Congresso Nacional.

Validade

A medida provisória perde a validade se não for examinada em 60 dias pela Câmara dos Deputados, em 50 dias pelo Senado Federal e em 10 dias, no caso de exame das emendas do Senado Federal pela Câmara dos Deputados.

Temas vedados

As medidas provisórias não poderão dispor sobre criação ou transformação de cargos, empregos ou funções públicas e sobre criação ou transformação de Ministérios, órgãos e entidades públicas.

Tramitação

Admitida a medida provisória, ela sempre começa a tramitar pela Câmara dos Deputados, que terá 60 dias para analisá-la. A matéria tranca a pauta da Casa após 45 dias. Aprovada na Câmara dos Deputados, a medida provisória vai ao Senado Federal, que terá 50 dias para apreciá-la, tendo a sua pauta trancada após 35 dias. Se houver emendas do Senado Federal, a medida provisória volta para a Câmara dos Deputados, que terá 10 dias para votar as emendas.

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

O papel da Oposição – Confira participação do senador Aécio Neves em programa da TV Senado

abril 25, 2011

Assista participação do senador Aécio Neves (PSDB/MG) no programa “Cidadania”, com o jornalista Armando Rollemberg.

Aécio Neves discute com Sérgio Guerra e Rodrigo de Castro as coligações nas eleições municipais

abril 19, 2011

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) reuniu-se nesta terça-feira, dia 19, com o presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PSDB/PE), e com o secretário geral do partido, deputado Rodrigo de Castro (PSDB/MG), para discutir as coligações estaduais do PSDB e a coligação com o DEM nas próximas eleições municipais.

Após participar da ordem do dia no plenário do Senado Federal, o senador Aécio Neves concedeu a seguinte entrevista:
http://www.psdb-mg.org.br/midias/download/id/3171

Aécio fala sobre oposição no programa Cidadania, da TV Senado

abril 15, 2011

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) participa do Programa Cidadania, na TV Senado, e fala ao jornalista Armando Rollemberg sobre o papel da oposição. Confira os dias e os horários de exibição do programa:

Sábado 16/4: 13h30

Domingo 17/4: 19 horas

2ª feira 18/4: 7h30

3ª feira 19/4: 20 horas

4ª feira 20/4: 7 horas

5ª feira 21/4: 13 horas

6ª feira 22/4: 20h30

Aécio pede ao PT que mude posição contrária a Minas e aprove municípios mineiros em MP

abril 14, 2011

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) falou, na manhã desta quinta-feira, dia 14, sobre a inclusão dos municípios da Área Mineira da Sudene entre os beneficiados com a Medida Provisória (MP) 512 que concede incentivos fiscais federais a empresas automotivas que instalarem novos projetos industriais na região. A emenda que incluiu 168 municípios mineiros na MP foi proposta pelo senador Aécio Neves e defendida pela bancada mineira do PSDB.

Para entrar em vigor, a medida depende ainda de aprovação em plenário no Senado e da sanção pela presidência da República. O senador Aécio Neves lamentou o voto contrário à inclusão de Minas por parte da bancada do PT e fez um apelo para que o partido atue junto à presidência para garantir aos municípios do Norte do Estado e dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri os mesmos benefícios já concedidos pelo governo federal aos estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. 

Ouça entrevista do senador

http://www.psdb-mg.org.br/midias/download/id/3166

Câmara aprova inclusão de municípios mineiros em MP que dá benefícios a montadoras

abril 13, 2011

Deputado Marcus Pestana defendeu em plenário inclusão dos municípios mineiros no texto da Medida Provisória feita pelo senador Aécio Neves . Foto Leonardo Prado/Agência Câmara

Os 168  municípios mineiros da Área Mineira da Sudene estão incluídos no texto da Medida Provisória (MP) 512 que concede benefícios fiscais federais a empresas automotoras que vierem a se instalar na região. O texto da MP aprovado nesta quarta-feira, dia 13, pela Câmara dos Deputados, acolheu o pedido de inclusão dos municípios mineiros feito pelo senador Aécio Neves (PSDB/MG) e depende agora da votação no Senado Federal. Se aprovado, seguirá também para sanção da presidência da República.

A proposta de inclusão dos municípios mineiros do Norte e Nordeste e dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri foi apresentada pelo ex-governador Aécio Neves com o objetivo de estender para Minas os benefícios já dados pelo governo federal aos estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Na votação de hoje, 333 deputados votaram a favor da alteração,  41 foram contra e 7 se abstiveram.

Os deputados federais Marcus Pestana, presidente do PSDB de Minas, e Paulo Abi-Ackel, líder da Minoria, defenderam em plenário a inclusão dos municípios mineiros entre os beneficiados. Já o líder do governo federal na Câmara, deputado Cândido Vacarezza (PT-SP), e deputado Alfredo Sirkis  (PV-RJ) foram à tribuna da Câmara contra a inclusão de Minas.

Se  aprovado pelo plenário do Senado e sancionado pela presidência da República,  as empresas de automóveis terão até 20 de maio para apresentar seus projetos de investimentos industriais nas áreas atendidas.

A MP 512 foi editada ano passado pelo ex-presidente Luiz Inácio da Silva para transferir para Pernambuco os investimentos da Fiat Automóveis previstos pela montadora para Minas. Em entrevista semana passada, o senador Aécio Neves disse que o Estado sofreu a perda de R$ 3 bilhões com a transferência e poderá sofrer novos prejuízos, caso a inclusão de Minas seja vetada.

“Não somos contra a descentralização do pólo automotivo brasileiro, mas isso não pode ser feito em prejuízo de Minas Gerais. Agora o que nos preocupa são os fornecedores do pólo automotivo seguirem o mesmo caminho que a Fiat. Já que não podemos impedir o que já está feito, estamos pedindo a extensão desses benefícios fiscais para a Área Mineira da Sudene, para que nós possamos estimular também que fábricas para o fornecimento de insumos para a indústria automotiva possam se instalar no Nordeste de Minas Gerais, nos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e no Norte mineiro. Permite que também uma região importante de Minas Gerais possa ter esses benefícios”, afirmou o senador Aécio Neves.

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Senador Aécio Neves apresenta proposta que limita uso de Medidas Provisórias

abril 13, 2011

Foto Geraldo Magela / Agência Senado

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) apresentou nessa quarta-feira, dia 14,  na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, seu substitutivo à PEC 11 de 2011 que altera o rito de tramitação das medidas provisórias (MPs) no Congresso Nacional. A proposta do senador por Minas traz mudanças importantes que restringem o uso excessivo de MPs  pelo governo federal e impede que uma medida entre em vigor no país antes de ter ser  examinada por deputados federais e senadores. Hoje, as MPs entram em vigor na mesma data em que são editadas pelo Poder Executivo.

No substitutivo entregue à CCJ, Aécio Neves propõe a criação de uma comissão mista da Câmara dos Deputados e do Senado com a função exclusiva  de analisar se a MP editada cumpre ou não os critérios de relevância e urgência estabelecidos pela Constituição Federal.  Apenas as MPs consideradas relevantes e urgentes passariam a tramitar pelas duas Casas. A proposta prevê também prazos maiores para discussão das MPs pelo Congresso.

“No bojo da alteração do trâmite das MPs está o que é essencial: restabelecer as prerrogativas do Congresso Nacional. Hoje o Congresso é caudatário das decisões do Poder Executivo. Nós gastamos 80%, 90% do nosso tempo para aprovar ou rejeitar MPs propostas pelo Poder Executivo. Nós estamos restabelecendo, com isso, as prerrogativas do Congresso Nacional, o que é essencial à própria democracia”, afirmou o senador em entrevista, após a apresentação da sua proposta à CCJ.

O senador Aécio Neves explicou que a nova comissão mista proposta teria três dias para avaliar a MP após sua edição pelo Executivo. Se não o fizer, o plenário do Congresso tem o mesmo prazo para analisar. Aquelas que não admitidas passariam a cumprir a tramitação de projetos de lei em regime de urgência urgentíssima. O ex-governador destacou que a Constituição é clara ao considerar as MPs instrumentos de exceção, e não como rotina dos governos.

“A comissão mista, Câmara e Senado, vai avaliar a admissibilidade, se a MP preenche os requisitos de relevância e urgência como preconiza a Constituição. E o que é mais importante, os efeitos da medida provisória só passam a vigorar após a aprovação de sua admissibilidade. Isso, a meu ver, levará o governo a ter uma parcimônia maior, uma cautela maior na edição de MPs. A medida provisória deve ser a exceção, e não a regra, como ocorre hoje”, afirmou.

Os prazos propostos para votação das MPS em plenários da Câmara e do Senado são de 60 dias e 50 dias respectivamente. Caso haja emendas no Senado, a MP volta à Câmara que terá mais 10 dias para votar.

“A Câmara, hoje, utiliza praticamente todos os 120 dias, e a MP chega no plenário do Senado com prazo máximo de depois de amanhã para ser votada. Então, nós estamos limitando o prazo da Câmara para 60 dias e o Senado em mais 50 dias, ficando os 10 dias restantes para avaliação de emendas da casa onde se iniciou a tramitação”, explicou.

O senador Aécio Neves lembrou que quando foi líder do governo do ex-presidente Fernando Henrique, em 2001, e, como presidente da Câmara, deu início ao processo de avanços em relação à restrição na tramitação de MPs. Na ocasião, as MPs eram reeditadas a cada 30 dias sem necessidade de votação pelo Congresso.  Com a mudança aprovada, as medidas passaram a ser apreciadas obrigatoriamente pelo Congresso num prazo de 120 dias.

“Nós vamos aprofundar essa discussão e eu espero que ela não seja colocada no âmbito de governo e de oposição. Nós devemos restabelecer o patamar da discussão que nós encontramos em 2001. Conduzi as negociações que retiraram do Poder Executivo, do presidente Fernando Henrique, prerrogativas porque ele estava avançando  nas prerrogativas do Congresso Nacional. Nós ali reerguemos o Congresso Nacional, nós ali restabelecemos prerrogativas fundamentais, sobretudo o poder de legislar. O que nós queremos agora é exatamente isso, complementar aquelas alterações garantindo que as iniciativas do Poder Legislativo possam ter espaço para discussão e que o Poder Executivo restrinja a utilização de MPs para o caso real de relevância e urgência”, concluiu o senador.

Renovação no Senado

Como foi pedido vistas feito pelo presidente da CCJ, o substitutivo do senador mineiro será discutido na próxima semana. Dois senadores já se manifestaram  favoráveis às mudanças propostas. Para o senador Pedro Taques (PDT-MT), a alteração da tramitação de MPs é o tema mais importante dessa legislatura.  “ Trata-se de respeito à Constituição, que prevê independência dos Poderes”, afirmou. Na mesma direção foi o senador Pedro Simon (PMDB-RS).

“Precisou haver excesso de MPs e gente nova nesse Senado para finalmente vir essa discussão. É a primeira vez que se busca resolver isso. A emenda do senador Sarney (autor da PEC 11) é dez. A emenda (substitutivo) apresentada por esse jovem senador (Aécio Neves) é nota mil”, afirmou o senador gaúcho.

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Ouça entrevista do senador

Parte I
http://www.psdb-mg.org.br/midias/download/id/3163

Parte II
http://www.psdb-mg.org.br/midias/download/id/3164

Aécio sinaliza novo rumo da oposição firme e séria, dizem tucanos

abril 7, 2011

Políticos tucanos consideraram que o primeiro discurso do senador Aécio Neves (PSDB/MG) sinaliza novo rumo de uma oposição firme e séria. Em plenário, o senador mineiro apontou as diretrizes que permitiram o avanço da economia brasileira, como o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), nos governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso. Os petistas votaram contra essas duas medidas.

Em seu discurso, o ex-governador de Minas Gerais elencou uma série de desafios da agenda nacional e prometeu uma oposição contundente, mas responsável. Diferente dos petistas, que sempre votaram contra os tucanos, Aécio afirmou que apontará os erros e acertos.

Confira as declarações de políticos tucanos que acompanharam o discurso:

“Aécio prestou um serviço à instituição. Ele mobilizou os senadores. Vimos um plenário repleto, com permissão para o debate, algo raro no Senado. Essa mobilização é essencial para a instituição e para a democracia. O discurso propôs uma oposição elegante. Oposição é necessária. Infeliz do país sem uma oposição corajosa e responsável. Além disso, ele não extrapolou os limites da elegância política.”

Líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR)

“Foi um discurso sensato, contundente, esclarecedor e de demonstração de unidade do partido e da oposição. É importante que, na democracia brasileira, conquistada com muita luta, a oposição se organize de forma mais substantiva do que adjetiva e que possamos fazer as comparações necessárias. O atual governo faz muita propaganda e promessas, mas não consegue tirá-las do papel.”

Líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP)

“O discurso de Aécio Neves, hoje, é a voz, a palavra que faltavam à oposição. Até o presente momento, a oposição precisava de alguém que falasse como ele se manifestou: com a autoridade que tem ao falar. É o caminho que precisamos percorrer para essa luta que virá a seguir.”

Presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE)

“O senador Aécio Neves fez uma análise que mostra desdobramentos da democratização brasileira até os dias atuais. As coisas que foram construídas são de responsabilidades dos governos que se sucederam no período da redemocratização. Ele também fez propostas do ponto de vista de ação, inclusive parlamentar, muito importantes. É o caso da questão do saneamento básico, que hoje perde R$ 2 bilhões de investimentos porque é tributado pelo governo federal.”

Ex-governador de São Paulo, José Serra

“O senador Aécio Neves devolve ao Congresso os grandes debates, a oportunidade da discussão em alto nível de temas importantes. Ele traz de volta o que não acontecia há anos. E reinaugura uma época, um tempo de que muitos já tinham saudade, dos grandes debates e dos grandes homens públicos. O senador Aécio é um homem experiente, maduro.”

Líder da minoria na Câmara, Paulo Abi-Ackel (MG)

“Temos um líder caminhando de forma vigorosa, levando a bandeira do partido e estimulando um amplo debate. Isso fará com que o partido reencontre as suas raízes, fazendo uma avaliação da história recente da República. Aécio aponta com coragem os erros do atual governo e mostra uma agenda de convergência, que pode ser positiva para o Brasil. Um divisor de águas!”

Secretário-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG)

“O senador Aécio Neves, seguindo as tradições de seus avós, é um grande orador e trouxe para o debate do Senado dados muitos concretos sobre as críticas que faz ao atual governo. O seu discurso contém, ao recordar informações históricas, o posicionamento dos seus partidários. E trouxe temas que representam deficiências graves no último governo em relação ao progresso do país.”

Deputado Bonifácio de Andrada (MG)

“O discurso sinaliza que a democracia só pode ser consolidada quando temos um debate de concepções de ideias e propósitos. Ao longo dos últimos anos, é a primeira vez que a gente tem a oportunidade, no Congresso, de elevar o nível de debate, sem personalização ou ataques, mas com um propósito de projeto para a nação. Ele deu um novo tom para o Congresso.”

Deputado Eduardo Barbosa (MG), presidente do ITV/MG

“O senador Aécio Neves me emocionou, ao dizer que ser oposição era para adversário e não para inimigo. Que o PSDB se posicionaria de uma forma responsável. Que seríamos opositores em ideias. Eu tenho certeza de que ele vai conduzir a oposição da melhor forma possível no Senado, onde será priorizado o debate de ideias.”

Deputado Bruna Furlan (SP)

“É um marco importante para a política brasileira. Pelas circunstâncias eleitorais, o senador Aécio Neves sai como grande protagonista da oposição para os próximos quatro anos. Foi um discurso equilibrado, inteligente que toca nas feridas, reconstrói a leitura do que foi feito no Brasil nos últimos 20 anos. Foi um discurso duro de quem sabe o que quer.”

Deputado Márcio Bittar (AC)

“O senador Aécio mostra que o crescimento econômico e social do país foi fruto de diversos governos. Se o país conseguiu avançar e construir algo estruturante, isso só foi possível com mudanças que se iniciaram em governos anteriores ao do PT. Ele deu o norte para o discurso da oposição  daqui pra frente.”

Deputado Alberto Mourão (SP)

“O Aécio tem demonstrado muita coerência no seu discurso. Faço uma avaliação positiva. O senador consegue agregar vários valores em uma mesma situação e num mesmo momento. Ele se coloca na linha de frente de uma oposição séria, segura e com muita firmeza.”

Deputado Pinto Itamaraty (MA)

“O senador agradou-me ao dizer que a história se faz com fatos. E precisamos rememorar o que aconteceu no país, além de caminhar daqui para frente com outras ideias. Fazer oposição propositiva, mas crítica e vigilante. Achei muito elegante a forma como ele colocou as questões.  Mas uma coisa é patente: a oposição deu um largo passo ao mostrar uma nova cara ao país.”

Senadora Marisa Serrano (MS)

“Ele faz um discurso de fôlego, fazendo um balanço do governo Lula e apontando as nossas diferenças de fundo em relação ao PT, as práticas políticas e os resultados de governo. E propõe uma série de temas para o futuro. Um discurso substancial, esperado há muito. Ele satisfez plenamente como colega e como militante do PSDB.”

Senador Aloysio Nunes Ferreira (SP)

“Foi um discurso consistente, técnico, sem abandonar o viés político. Aécio Neves fala de forma vigorosa a respeito das diferenças entre PSDB e PT. Mencionou que a construção do atual processo democrático ocorreu mesmo com a posição contra do PT. Mostrou que o país é o que é hoje em função de toda uma gama de políticos e governo que antecederam este governo.”

Deputado Rogério Marinho (RN)

“O pronunciamento mostra a figura do papel de responsabilidade que o PSDB tem com o país. Aécio se colocou representando o pensamento do partido, ao recordar a transição do período do ex-presidente Itamar Franco até o governo do ex-presidente Fernando Henrique. Muito do momento da economia é fruto de ações e acertos do  Plano Real e de polícias sociais da dona Ruth Cardoso.”

Deputado César Colnago (ES)

“Ele mostra as conquistas que o Brasil teve nas últimas décadas. E coloca quais são as posições que nós estamos buscando no diálogo, o contraditório, coisa que o governo não estabelece. O que hoje prevalece são as medidas provisórias. Aécio demonstra que a oposição veio para fiscalizar e dialogar com governo de forma elegante.”

Deputado Ricardo Tripoli (SP)

“O discurso revelou o peso político do senador Aécio Neves em inaugurar um debate em uma dimensão que o Senado já experimentou, mas há muito tempo não acontecia. Com muita elegância, fez uma abordagem da história reconhecendo os erros, reconhecendo acertos, apontando uma série de questões que precisam ser lembradas como as omissões do PT em momentos fundamentais. Ser oposição é também ser patriótico. Que o pronunciamento seja registrado como um divisor de água.”

Deputado Otavio Leite (RJ)