Renata Vilhena considera “risíveis” críticas ao governo feitas por Costa

Leia matéria publicada na edição desta quinta-feira, dia 13, no jornal O Tempo com a secretária de Planejamento e Gestão de Minas Gerais, Renata Vilhena, onde ela rebate críticas do ex-ministro Hélio Costa, pré-candidato ao Governo de Minas.

Rebatida

Secretária considera “risíveis” críticas de Costa ao governo

A secretária de Planejamento e Gestão de Minas, Renata Vilhena, respondeu às críticas ao governo do Estado feitas pelo senador Hélio Costa (PMDB). O pré-candidato ao governo de Minas criticou, durante encontro com colegas de partido, a atual gestão dizendo que os tucanos “manipulam os números” para mostrar os bons resultados.

Em artigo enviado à redação, Renata Vilhena estranhou a atitude de Hélio Costa, afirmando que o senador sempre elogiou o governo. “Como compreender que a mesma pessoa, no caso o Ministro Hélio Costa que há pouco tempo atrás, declarava apoio ao nome do governador Aécio Neves para a Presidência da Republica possa, agora, questionar fundamentos importantes da administração do governador”, questionou a secretária, classificando os argumentos apresentados pelo senador como “risíveis” do ponto de vista econômico.

Vilhena apresentou comparações de investimentos dos governos estadual e federal em Minas e ainda criticou o andamento do PAC, comandada pela gestão “do qual o ex-ministro fez parte”. “Dos 43 empreendimentos do PAC para infraestrutura de Minas Gerais, listado nos relatórios do PAC, apenas nove foram concluídos”, alegou.

Renata Vilhena faz comparações do acréscimo da dívida de Minas e da União, outro ponto levantado por Hélio Costa, e finaliza, mais uma vez, cutucando o peemedebistas. “O debate eleitoral é sempre legitimo. Mas a verdade não pode ser vítima dele”.

Fonte: Jornal O Tempo

Confira ainda Em entevista à rádio CBN, Narcio Rodrigues responde críticas aos governos tucanos

Abaixo, leia matéria do Hoje em Dia sobre o assunto

 

Secretária contesta ataque de Hélio Costa

A secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, contestou, ontem, ataques do senador Hélio Costa (PMDB), pré-candidato ao Governo de Minas, que apontou o que ele considera falhas na gestão estadual tucana. Vilhena disse que o peemedebista trata de forma simplista o endividamento do Estado e refutou a tese de que não há investimentos na saúde e em programas sociais.
“A inverdade proferida pelo pré-candidato ao Governo de Minas pelo PMDB reside no simples fato de que o governo estadual já transferiu ao Governo Federal, a título de encargos de dívida, a impressionante cifra de R$ 14,4 bilhões entre 2003 e 2009”, informou.
Uma das críticas de Costa se refere a uma suposta “maquiagem” do chamado “Choque de Gestão”, uma política econômica que levou ao equilíbrio das contas públicas. Renata Vilhena foi subsecretária da pasta que hoje ocupa. O secretário na ocasião é o atual governador, Antonio Anastasia (PSDB). A secretária destaca que qualquer dívida deve ser comparada com a capacidade de pagamento do devedor, conforme prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal. “A análise deste indicador revela que, antes do Choque de Gestão, em 2002, o Estado de Minas Gerais apresentava um índice de endividamento de 263% e, ao final de 2009, o nível de endividamento era 179,5%, bem abaixo, portanto, do índice de 200% definido como limite máximo pelo Senado Federal”. Para destacar avanços em Minas, a secretária também citou o programa Pro-acesso. “Do total de 225 acessos que deverão ser asfaltados para que todos os 853 municípios mineiros possuam ligação asfáltica, seis são de responsabilidade do Governo federal e 219 do estadual”.
Sobre o programa social da gestão tucana, ela destacou que “a concepção dos programas e a alocação dos recursos sempre levam em conta a busca pela equidade no território mineiro. No que diz respeito à locação dos recursos, basta dizer que, o volume de investimentos por habitante nas regiões mais pobres chega a ser 3 vezes superior à média estadual”, afirmou, citando programas de combate às desigualdades sociais tais como o Programa de Combate à Pobreza Rural.
Ela refutou também as críticas com relação à Saúde. Segundo ela, os investimentos nessa área aumentaram 600% entre 2002 e 2009. Apontou também os R$ 2,06 bi em medicamentos distribuídos durante a gestão, entre outros.

Fonte: Jornal Hoje em Dia (edição 12.5.10)

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