Ana Maria Resende critica “festança” em torno do PAC

A deputada estadual Ana Maria Resende afirma que o Governo Federal é inoperante em relação ao PAC - Foto Alair Vieira/ALMG

A segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) foi anunciada na segunda-feira, dia 29,  pelo Governo Federal em um evento político-eleitoral que, segundo informações divulgadas no Diário Oficial da União, custou pelo menos R$ 169,2 mil aos cofres da Presidência da República. Com fatia de recursos e projetos herdados do PAC 1, a segunda edição do programa foi lançada a dois dias da despedida de Dilma Roussef da Casa Civil, que pretende concorrer à Presidência da República.

Segundo recente estudo realizado pela ONG Contas Abertas, os relatórios estaduais divulgados pelo comitê gestor do PAC em relação a 24 unidades da federação revelam que do total de 12.163 empreendimentos listados apenas 1.378 projetos foram concluídos. O número, que inclui os três eixos: infraestruturas logística, energética e social-urbana, representa 11,3% das ações, sendo que 54% das obras sequer saíram do papel desde que o PAC foi lançado, em 2007.

Para a deputada estadual Ana Maria Resende (PSDB-MG), o evento de lançamento da segunda edição do PAC traduz uma dura realidade: a inoperância dos responsáveis pelo projeto. Segundo a parlamentar Norte mineira, o PAC está longe de atingir seus reais objetivos, servindo, atualmente, como uma mera tentativa de alavancar a candidatura da Ministra Dilma.

“Acredito que as coisas devem ser vistas com discernimento. Realmente, o PAC contempla investimentos importantes para Minas Gerais e todo o país. Todavia, a inoperância dos responsáveis pelo programa o conduzem a um certo fracasso. Isso, definitivamente, não permite ao Governo Federal utilizá-lo como instrumento político em prol da Dilma, pois, tendo alimentado diversos sonhos, não conseguiu trazê-los para realidade”, afirma.

Vice-líder do Bloco Social Democrata na Assembleia, ela cita que em Minas são 1.085 projetos, dos quais 136 foram entregues até dezembro do ano passado. Diz, ainda, que o estado mineiro é a unidade da federação que concentra uma das maiores quantidades de projetos que ainda não estão em andamento. Ao todo, quase 600 projetos exclusivos ao estado não saíram do papel.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Deputada Ana Maria Resende

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Uma resposta to “Ana Maria Resende critica “festança” em torno do PAC”

  1. Daniel Says:

    Isso ai deputada Ana Maria.
    Temos de desmascarar esse povo que quer tirar proveito da sua própria incompetência.
    Minas não pode ficar para trás!
    Se o PAC1 não foi concluído, por que lançar o PAC 2?
    Que coisa!

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